Chega
É, pelo visto o pessimismo fez mais sucesso.
Sendo assim, lanço-lhes este sobre a ferida cotidiana. Vejamos quem gosta.
A bien tôt.
Chega (Pedro Villardi)

Sozinho,
Como me sinto agora,
Nada interfere nessa solidão,
Que lateja como uma ferida recém aberta.
Sóbrio,
Mas esse esclarecimento me assusta,
Enquanto o torpor matinal me alucina.
Minha fortaleza de papel desmoronou!
Cansado,
Meu combustível já queimou
Toda motivação que se alternava
Com o aquele receio
Vaga no meu vazio incessante.
Pronto, chega!
Não vale mais a pena.

Cara, adorei seu blog! Gostei das poesias e também da "contextualização" delas hahahah. Tava faltando mesmo um blog de poesia lá nos meus links.
Abração!!