terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

E é o fim, e é o fim.

E quando? E quando? Não sei.





Do Fim.




E quando se tem certeza de algo impossivel,
A ponto de se esconder as evidencias mais claras?
E quando o impossível se torna realidade,
Fazendo tudo perder o sentido?

E quando se sonha tanto,
Que o agora se confunde com o nunca?

Perdemos a razão
Buscando nossos erros nunca cometidos.
Perdemos a coragem
Por causa de medos nunca esquecidos.

Muitas vezes te falei para não correr,
Quantas vezes te falei para ficar?
O medo corroeu suas certezas
Você nunca estava onde queria estar

A febre da felicidade entre nós,
Te faz esquecer um passado de enganos.
Mas, as vezes, só no fim
-Será que alguma coisa acaba?

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3 Comments:

Blogger Debs Palqueou...

Pedro,
Meu impossivel virou realidade e tudo ganhou novo sentido. Foram, na verdade, multiplos sentidos ganhos na hora de me perder de casa. Nem sempre da pra ficar. Eu fui, mas sempre espero a chance de voltar. Do Fim eu nao sei quase nada, so sei que comeca e leva a gente no embalo. Belo post, com cara de artista vagabundo da melhor qualidade. =)

12:29 AM  
Blogger Juliana Maria Carvalho Palqueou...

Como diz um desses chavões de auto-ajuda que a gente sempre repete, se ainda não deu certo é porque não chegou ao final... No final, dá tudo certo! E o melhor da vida é a gente não saber mesmo o que vem por aí... Por isso, sempre dá pra pensar que ainda não chegamos ao final.

2:26 PM  
Blogger Srta. Póloznev Palqueou...

não. A resposta é não. Nunca acaba por completo. Sempre ganhamos ou perdemos alguma coisa. Pode ter certeza de sempre ganhamos muito mais. E é por acreditar nisso que somos humanistas, meu deus do céu! Somos humanistas! Acreditamos que o contato entre as pessoas é pura mágica!

O homem não é uma ilha.
Pessoas. Ô! coisa boa de não entender!

Adoro-te!

12:55 AM  

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